sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Capítulo III

"Tento ser aquilo que não posso. Torno-me aquilo que não gosto". Essas palavras estavam grafadas de forma sutil no batente da porta principal daquele apartamento peculiar. Em latim, é claro. A informação conquistada de forma fácil, é pouco valorizada. Assim pensava a dita moça.

Por hora, só citamos qualidades. E por ser mortal, é portadora de defeitos também. E muitos. Dos graves. Teimosa, obcecada, obssessiva e carente. Muito carente. Embora seu orgulho em demasia impedisse que demonstrasse isso, era uma das pessoas mais carentes e inseguras de que se tem conhecimento em toda a história das histórias.

Essas razões atraiam e distanciavam as pessoas todos os dias. Muitos passaram por sua vida. Poucos realmente eram importantes. Apenas 3 de vital companhia. Duas amigas e um amigo. Os melhores de que se tem notícia.

Uma tinha longas mechas mel e com um olhar âmbar que impotencializava qualquer um que discordasse dela. Linda, inteligente, sarcástica e cruel se fosse necessário. Uma pessoa que superara vários traumas em sua amarga existência, mas de que disso, tirou lições e força extra. Foram esses momentos que uniram as duas.

A segunda, negra e mais linda do que uma deusa africana. Olhos amendoados e longas pernas torneadas. Sábia, divertida e meiga, impossível não encantar-se com sua doçura altamente ardida. Porque também era má quando precisava ser. Mas nunca o fora com a moça da boca rouge. Nunca o precisou ser.

O terceiro era o irmão de alma, que em outras vidas (caso elas realmente existam) estava sempre ao seu lado. Grande não só em porte, mas em nobreza, bondade e sabedoria. Seus cabelos eram ruivos como fogo e suas sardas eram a graça de um rosto tão grande. Sociável onde quer que fosse, bem-humorado e muito inteligente. Difícil era passar desapercebido. Sabia sempre quando qualquer uma das três estava triste. Ligava sempre no momento em que elas queriam falar com ele. Sempre sabia o que se passava, mesmo antes de qualquer coisa ser dita.

Assim formava-se o seu círculo de amizades. Algumas meigas, outras peculiares. Todas vitais. Vitais e que aliviam seus momentos mais difíceis.

Leia também: capítulo I e capítulo II.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Momento insano


-Legal! Quando crescer quero ter um limpador de língua e bochechas como você...

Utopia verde

A batalha pela preservação da Amazônia é uma das mais famosas e antigas. Mas que até agora apresentou resultados amenos diante sua imensidão e importância.

Não vou me estender demais no assunto.

Acredito sim que podemos salvar a Amazônia. E que a partir do momento que lutarmos por ela, ninguém mais levará a sério os livros didáticos americanos que mostram nossa Amazônia como deles.

Mais informações: Amazônia para sempre

Para a utopia não o ser mais.

Assine.
Assine.
Assine.
ASSINE.